Distribuição dos investimentos publicitários dos anunciantes!

De cada cem reais investidos em propaganda, sessenta, aproximadamente, ficam com a televisão!
Justificados pela alta cobertura, pelas altas audiências, pelo elevado envolvimento que gera junto à população em geral, a televisão há décadas tem recebido as maiores atenções das agências de propaganda e dos anunciantes, notadamente na distribuição dos investimentos publicitários.
O jornal é o segundo meio de comunicação, com 16% de participação, seguido pelas revistas, com 8%. Depois, pela ordem, vêm o rádio, a internet, a TV por assinatura, o cinema e a publicidade ao ar livre.
O fato é que a receita publicitária dos meios de comunicação reflete diretamente a quantidade do público que eles mobilizam e a contribuição que geram no cumprimento dos objetivos de mercado das marcas e dos anunciantes.
A aferição desses resultados é fundamental para determinar a eficácia da mídia em todo o processo e a taxa efetiva de transformação dos espectadores em reais consumidores da marca em questão.
Os meios digitais, no momento, são imbatíveis nas possibilidades interativas, permitindo a total mensuração, inclusive das campanhas publicitárias. Qualquer movimento realizado pelo internauta, por exemplo, é devidamente contabilizado.
O processo da mensuração já é invejado por todos os demais meios de comunicação, afinal transmite total segurança ao anunciante, especialmente na relação custo benefício.
O fato é que a comunicação está se transformando, cada vez mais, numa ciência exata, e a mensuração de resultados possibilitada pelos canais digitais deverá, em breve, ser adotada por todos os meios de comunicação. Caso contrário, testemunharemos grandes alterações na tradicional distribuição dos investimentos publicitários dos anunciantes.
Imediatismo da propaganda!

O que mais tem marcado a atividade da propaganda na atualidade é o imediato resultado que as ações devem provocar no consumidor.
Ao contrário do passado, quando o fator tempo nem sempre era a maior prioridade dos anunciantes, hoje, a publicidade exige, na maioria das vezes, respostas mais rápidas, sob pena da troca das peças e até da estratégia de mídia e comunicação durante a própria veiculação da campanha.
É a fase do “two way communication”, ou seja, a resposta do consumidor simultânea ao envio da informação publicitária.
Uma espécie de via de mão dupla!
Tudo é devidamente monitorado: a qualidade da veiculação publicitária, o nível de impacto provocado, reações, enfim, a manifestação do consumidor diante das mensagens publicitárias.
Afere-se a estratégia de mídia adotada para a marca, a aceitação da plataforma criativa e a interação com as peças publicitárias, o planejamento estratégico, e, claro, o efeito provocado no consumidor.
Tudo deve funcionar integrado e em sintonia, de acordo com os objetivos determinados no planejamento da marca, sem sustos, enganos ou frustrações.
Afinal, a intensa competição mercadológica instaurada no mundo globalizado em que vivemos, raramente aceita resultados negativos.
Especialmente no universo do marketing e da comunicação.
Meu amigo americano!

Dia desses, eu conversava com um amigo americano que confessava a sua dificuldade em entender o estilo de vida do brasileiro.
Provavelmente assustado com a atual situação econômica do país de origem, os EUA, dizia ele estar surpreso em ver tanta alegria do nosso povo durante o Carnaval, os jogos de futebol e até mesmo nas ruas da cidade. Tentei explicar que o brasileiro é assim mesmo.
Naturalmente alegre, divertido, informal, muito diferente do americano que, em geral, é sério, introspectivo e muito formal. Contei também da nossa experiência em driblar os sucessivos planos econômicos e das elevadas taxas de inflação do passado, e que as nossas dificuldades nos levam a ser muito mais do que simples trabalhadores, verdadeiros batalhadores!
Disse também que o brasileiro se diverte na mesma dimensão que honra os seus compromissos, que sua a camisa no trabalho, que luta para cuidar de sua família, provavelmente como eles, os americanos.
Mas, no nosso caso, tudo é feito com muita emoção, enquanto que lá é feito apenas com a razão.
Enfim, destaquei que nossas praias, nossas belezas naturais, nossos sons, nosso potencial de crescimento econômico, por exemplo, não nos dão motivos para tristezas.
Bem, ele concordou integralmente comigo, tem agora uma namorada brasileira e quer se tornar também um dos nossos!
Bem vindo amigo americano!
A força dos blogs!

Os blogs e sites de informações da internet, esses que cada usuário pode facilmente construir, já estão se transformando em verdadeiras referências e fontes de informação para a população em geral. Dependendo da periodicidade e do editorial adotado, muitos serviços são extremamente eficazes na formação da opinião pública, especialmente diante da credibilidade que têm junto aos leitores internautas.
Interessante é que o poder de formar opinião, imagem e transmitir uma informação, até pouco tempo, era responsabilidade exclusiva dos grandes articulistas, grupos de comunicação e da grande mídia estabelecida. Hoje não, qualquer um pode ter o seu canal na internet, pode ser um gerador de informação, um proprietário de mídia e influenciar a opinião pública. Basta capacidade, seriedade e profissionalismo.
Essa dinâmica é tão acentuada que qualquer processo publicitário hoje, só é iniciado após o conhecimento detalhado do que está sendo dito e divulgado da marca e do anunciante em blogs, nas redes sociais, nos serviços compartilhados da web, enfim, em toda a internet.
Inclusive, há empresas especializadas nesse tipo de levantamento que registram desde a quantidade de menção da marca, os tipos de assuntos divulgados, as informações positivas até as referências negativas. As empresas, além do levantamento detalhado das informações, criam, se solicitado, verdadeiras estratégias de ação na web, tanto para neutralizar como para impulsionar uma informação de interesse do anunciante. Essa ações são hoje definidadas como: PR -2.0 (relações públicas) ou a Comunicação Coorporativa 2.0.
É, parece ser impossível ignorar a força da Internet e o seu alto poder de envolvimento e influência com toda a população.
AS marcas mais valiosas do mundo!

A Milward Brown, um importante instituto internacional de pesquisa, divulgou recentemente as marcas mais valiosas em todo o mundo.
Depois de analisar diversas informações em vários países, foram eleitas as 100 marcas que mais se destacaram em todo o mundo.
E, pela primeira vez no ranking, aparece uma marca brasileira: Bradesco.
A relação é liderada pela Google e complementada pelas marcas Microsoft, Coca-Cola, IBM, McDonald’s, Apple, China Mobile, General Electric, Vodafone e Marlboro.
A curiosidade é que entre as dez marcas mais valiosas, sete retratam a importância da economia gerada pela tecnologia, uma do setor de alimentício, outra de refrigerante e, pasmem, uma, ainda da indústria do fumo.
Mas a grande surpresa, e até satisfação, é constatar a presença da marca Bradesco na lista das 100 marcas mais importantes em todo o mundo.
A presença brasileira, além de refletir a reorganização no setor financeiro mundial “pós-crise”, sugere também a ascensão econômica do mercado brasileiro não só em toda a América Latina, mas também no próprio cenário mundial.
Assim como o Bradesco, tenho certeza que outras marcas ainda nos surpreenderão muito em breve.
A competição da TV!

Há tempos que o telespectador brasileiro não presenciava uma competição tão intensa pela audiência da televisão como ocorre atualmente.
A Rede Record, por exemplo, parece estar disposta a investir cada vez mais em sua programação, e já colhe os frutos desse investimento, afinal posiciona-se em segundo lugar no faturamento publicitário no país. O SBT, na necessidade de proteger sua posição de mercado, transmite programas em horários estratégicos, oferecendo ainda mais alternativas ao telespectador. A Rede TV tem feito da transmissão digital o seu grande diferencial, enquanto que a Rede Bandeirantes tem resgatado ainda mais sua conexão com o esporte e com seus shows variados.
Até as emissoras locais de televisão têm apostado nas oportunidades do momento, provando que, quando a competição é sadia e realizada pela com profissionalismo e qualidade todos conseguem desfrutar do melhor: emissoras, anunciantes e, fundamentalmente, o telespectador .
A competição da TV aberta tem uma simples explicação: 1% de audiência representa cerca de 500.000 domicílios atingidos em todo o país. É, indiscutivelmente, um universo bastante respeitado e destaca, pelo potencial, a atenção de players inclusive do mercado internacional. Imagine que, se duas pessoas estiverem na frente do aparelho de TV, serão pelo menos 1 milhão de telespectadores envolvidos com as imagens, tanto do entretenimento como da publicidade.
Não é por acaso que a televisão concentra a maior parte dos investimentos publicitários dos anunciantes, afinal ela é o meio de comunicação que envolve a maior quantidade de público em todo o país.
Agora, transformar esse público em consumidores de uma marca… bem, essa é a missão dos especialistas de marketing, de comunicação e, claro, dos profissionais de mídia.



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